O
assunto Viver Bem, ainda traz algumas dúvidas, como
o esclarecimentos sobre a questão da osteoporose
e hidroginástica: os exercícios na água,
por não terem impacto ou peso, não ajudam
a captação do Cálcio para ser fixado
pelo tecido ósseo, portanto não previnem nem
tratam a osteoporose. Por isso é recomendável
fazer exercícios de baixo impacto e com pesos, antes
de entrar na piscina.
Outra
questão é sobre o consumo de vitaminas, para
retardar o envelhecimento ou para produzir efeitos benéficos
para a saúde. Falando francamente e compartilhando
da idéia de não fazer terrorismo (como o Zé
Paulo de Andrade – apresentador do programa Pulo do
Gato da rádio Bandeirantes classifica certos conselhos
de incertos entendidos) recomendamos pés no chão!!!
Até hoje não se confirmaram as orientações
de tomar vitaminas em doses elevadas, para trazer a juventude
e além disso, evitar várias doenças
(até mesmo o banal resfriado) etc. Essas recentes
conclusões foram divulgadas após dezenas de
estudos, alguns financiados pelas indústrias interessadas.
Uma alimentação balanceada repõe as
vitaminas necessárias ao corpo humano. Numa longa
pesquisa internacional liderada por cientistas canadenses
e ingleses, da qual temos o privilégio de participar
(Estudo HOPE-ll - vitamina E na prevenção
da aterosclerose), não se conseguiu demonstrar benefícios
para doenças cardíacas. A famosa vitamina
C, também, virou fumaça nos seus decantados
possíveis benefícios. O assunto realmente
deve ser encarado como necessário apenas para os
pacientes com desnutrição e gastadores intensos
de vitaminas (superatletas) As doses e tipos de vitaminas
sempre devem ser indicadas por nutricionistas ou médicos,
pois certas vitaminas em excesso, podem causar doenças
sérias. O custo-benefício deve ser muito bem
analisado pelos interessados, sem a enrolação
de algumas pessoas: eu acho que faz bem!!!, parece que é
ótimo para a saúde!!! etc Elas custam caro
e a maior parte das vitaminas tomadas sem necessidade acabam
sendo eliminadas pela urina.
Outra
questão é a dos GENÉRICOS X SIMILARES
X REMÉDIO DE MARCA,.apesar de polêmico, esse
assunto necessita de maiores esclarecimentos. Para se entender
essa história, vamos ser bem objetivos. Um medicamento
a partir de seu descobrimento ou invenção,
leva anos de análises e testes (em geral 5 a 7 anos)
e depois recebe um nome comercial (remédio de Marca)
para então ser posto para uso na Medicina, com o
mínimo de riscos. Apesar dessas pesquisas e seus
testes terem custos de milhões de dólares,
tudo poderá ser abandonado, pelo baixo efeito de
cura ou por efeitos colaterais que aparecerem nos testes.
O similar é o medicamento praticamente igual ao original,
e sua matéria prima é uma cópia (de
qualidade ou não) da original, sendo fabricada em
alguns países (geralmente Asiáticos) com baixos
impostos etc .Seu custo no mercado livre internacional,
chega quase a metade do original. O famoso medicamento genérico,
que existe em inúmeros países, é composto
da matéria prima original, que perdeu a patente depois
de 10 anos, podendo ser copiado por várias indústrias
farmacêuticas.
Aí
é que está o problema !!, a credibilidade
do fabricante dos genéricos e a estranha confusão
com os similares. O medico é o único que pode
e deve orientar o paciente. Hoje em dia, simplesmente, o
balconista de algumas farmácias e drogarias é
que sugere a TROCA do remédio prescrito pelo medico,
por similares não sempre os mais baratos e de origem
totalmente desconhecida, dando a entender que são
genéricos. Temos similares confiáveis e baratos,
mas cuidado não deixe essa troca acontecer sem conhecimento
de medico que prescreveu seu tratamento, peça-lhe
que escreva as opções em que ele confia, com
todas as letras (lógico, legíveis !) e caso
opte por um genérico, lembre-se que deve ter a letra
G bem visível, além de o fabricante ser da
confiança de seu medico.