A
contracepção de emergência tem por objetivo impedir a ocorrência
de gestação após coito desprotegido ou com acidente (ruptura
de preservativo) durante a relação sexual.
Comercialmente,
hoje existem alguns produtos com este objetivo como o Postinor
e o Pozato.
Estas
medicações são constituídas por hormônios em dose alta.
Interferem no ciclo menstrual da mulher criando condições
uterinas desfavoráveis à ocorrência de gestação. Não são
100% eficazes, pois dependendo da época da administração
o seu efeito pode ser superado pela produção hormonal do
organismo feminino.
O contraceptivo de emergência deve ser administrado até
72 horas após a relação sexual desprotegida. São 2 comprimidos,
tomado um a cada 12 horas. Apresenta índice de falha de
2% após uma única relação. Vale a pena salientar que a incidência
de falha é cumulativa, aumenta conforme o uso for repetido.
Como conseqüência do seu efeito terapêutico a mulher pode
ter sangramento uterino após alguns dias da tomada; ou pode
haver antecipação da menstruação. Quando a menstruação atrasar
por mais de uma semana a possibilidade de gravidez deve
ser descartada com a utilização de testes para gestação.