Saúde mental
As pessoas mentalmente saudáveis
sentem-se bem consigo mesmo e com outras pessoas. Estão sempre aptas para lidar
com as mudanças e desafios do dia-a-dia. Todos nós, independente de idade, raça,
sexo ou situação econômica, estamos sujeitos a oscilações emocionais. Você pode
se sentir para baixo, bravo, ou ansioso em resposta a uma variedade de coisas.
Esses sentimentos podem ir e vir com freqüência, mas quando se tornam perturbadores,
interferindo na vida diária, ou persistem por semanas ou meses, eles podem estar
sinalizando um problema que necessite de assistência profissional.
Aproximadamente uma em cada
6 pessoas apresenta em algum momento da vida distúrbios mentais que interferem
com trabalho ou com atividades do dia-a-dia.
Alguns fatos sobre saúde mental
Pelo menos 25% das pessoas
que procuram ajuda médica por causas físicas apresentam distúrbios emocionais.
As causas mais comuns que
levam as pessoas a procurar ajuda são para tratamento de depressão e ansiedade.
Aproximadamente 80 a 90%
dos casos de depressão respondem ao tratamento.
Aproximadamente
25% dos idosos considerados senis sofrem, na realidade, de algum tipo de doença
mental que pode ser tratada com eficácia.
A terapia nem sempre precisa
ser longa
Existem muitas pessoas com
dependência química ou de álcool, inclusive crianças.
É inteligente pedir a ajuda
Muitas pessoas relutam em
procurar serviços de saúde mental devido ao estigma de apresentar "problemas
emocionais". A sociedade tende a ver as questões de saúde mental de maneira
diferente das de outros problemas médicos. Quando alguém quebra uma perna, tem
dores no peito ou precisa de uma receita, procura um médico. Quando por outro
lado, alguém apresenta depressão, medo excessivo, ou problemas com álcool, deixa
de procurar ajuda especializada por sentir vergonha. Muitas pessoas vêem essas
condições como uma "fraqueza" que elas devem superar sozinhas. Infelizmente,
essa visão as impede de buscar ajuda profissional.
Reconhecer um problema psicológico
e buscar ajuda não é sinal de fraqueza, e sim de força interna. Participar de
programas de ajuda no emprego ou fazer terapia são atividades confidenciais
e nenhuma informação será revelada a ninguém sem a sua permissão.
Quando buscar ajuda
Os seguintes sintomas alertam
sobre a necessidade de buscar ajuda profissional, mas apenas uma pessoa capacitada
terá o reconhecimento necessário para fazer o diagnóstico e determinar o tratamento
correto.
Pensar ou falar sobre
suicídio
Paranóia ou desconfiança
excessivas
Idéias grandiosas ou
estranhas
Ansiedade extrema (fobias,
medos)
Mudanças bruscas de humor
(altos e baixos)
Depressão prolongada,
apatia (sensação de perda da esperança, falta de prazer na vida, estados de
confusão ou frustrações constantes)
Comportamento compulsivo
( gastos excessivos, excesso de apetite ou de atividade físicas.)
Mudanças acentuadas no
padrão alimentar ou sono
Raiva excessiva ou hostilidade:
comportamento destrutivo, abusivo e violento
Problemas com a lei
Dificuldade em lidar
com autoridades
Dificuldade ao interagir
com pessoas (cônjuge, pais, filhos, colegas de trabalho e amigos)
Abuso de álcool ou outras
drogas
Negação de problemas
óbvios, resistência a receber ajuda
Isolamento social
Incapacidade de lidar
com a perda de alguém querido
Ciúme excessivo
Preocupação com doenças
físicas
Queda global da produtividade
no trabalho
Problemas no trabalho
Sensação de perda de
controle sobre a vida
Incapacidade de lidar
com problemas ou atividades do dia-a-dia, como escola, Trabalho ou necessidade
pessoais
Problemas sexuais
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