Saúde de A a Z  
     Tudo Sobre Saúde

Alimentos e seus valores

Conheça seus exames

Curiosidades de saúde

DST

Emergências

Especialidades médicas

Farmácia em casa

Genética

Imunização

Medicina alternativa

Medicamentos genéricos

Outras doenças

Por uma vida mais saudável

Prevenção

Problemas comuns

Saúde da criança

Saúde da mulher

Saúde do homem

Saúde mental

Saúde teen

Sexo e drogas

Terceira idade

Vitaminas

Prevenção

O vírus HIV e a AIDS

AIDS é a sigla, em inglês, de uma doença sem cura (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) que destrói o sistema imunológico responsável pela defesa do organismo contra infecções e cânceres. O vírus causador é o HIV, que também ataca o sistema nervoso central, causando problemas mentais e neurológicos.

Sintomas

  • Cansaço
  • Perda de apetite e fraqueza
  • Diarréia crônica
  • Tosse seca e persistente
  • Febre e suores noturnos
  • Gânglios aumentados

A pessoa imunodeprimida passa a ter infecções de pele e a ser vítima das chamadas doenças oportunistas, que se instalam no organismo debilitado, como pneumonia recorrente, tuberculose e câncer. Sarcoma de Kaposi e linfomas não-Hodgkin podem ocorrer em qualquer estágio da doença. Quando penetra no cérebro, o HIV causa alterações da fala, tremores, convulsões e demência.

Formas de contágio

AIDS é doença altamente contagiosa. Como o vírus está presente em secreções de pessoas contaminadas, como o sêmen, secreção vaginal, leite materno e sangue, contatos íntimos são formas de transmissão.

Situações de risco

  • Contato com sêmen, secreção vaginal ou sangue (inclusive o menstrual) de pessoas infectadas, durante o ato sexual.
  • Compartilhamento de agulhas, seringas para uso de drogas injetáveis, algodões sujos de sangue.
  • Transfusão de sangue não testado para HIV (particularmente antes de março de 1985, quando o exame não era obrigatório).
  • Gravidez e amamentação de mulheres contaminadas.

Observação: Não há comprovação científica de que saliva, fezes, urina ou lágrimas possam transmitir AIDS.

O HIV pode viver no corpo de uma pessoa infectada durante meses ou anos antes do aparecimento de quaisquer sinais da doença. Por não saber que é portadora (soropositiva), ela pode contaminar outras, ao praticar sexo inseguro.

Em caso de dúvida

Com a liberdade sexual e o aumento do risco de drogas, não se pode mais falar em grupos de risco. Até mulheres de meia-idade, monogâmicas e fiéis estão sendo infectadas por maridos descuidados, além de milhares de crianças, contaminadas por mães aidéticas. Pessoas sexualmente ativas, devem examinar suas relações atuais e passadas e, em caso de dúvida fazerem o Teste de "Anticorpo HIV" ou "Teste de AIDS"(Elisa).

Se o teste for negativo, e não houver nenhuma situação de risco nos seis meses que o antecederam, isso significa que nada há a temer. A recomendação é continuar usando preservativo.

Se o teste for positivo, outros exames mais rigorosos devem ser feitos para saber o estado do sistema imunológico. Algumas pessoas permanecem sadias por longo tempo, outras já devem ser medicadas, pois desenvolvem rapidamente as infecções oportunistas (herpes, encefalite, meningite, candidíase, sífilis, hepatite).

Em caso de gravidez

Modernamente, já se pode detectar a presença do HIV mesmo antes que os sintomas da AIDS apareçam. Casais que planejam uma gravidez devem fazer o teste para que a gestante possa proteger o seu bebê contra a infecção. (O AZT é dado à mãe, durante a gestação e no momento do parto. É dado, também, ao bebê após o nascimento).

Prevenção

A prevenção é a única forma de proteção contra a doença

  • Utilize preservativo em suas relações sexuais
  • Lubrificantes que contêm óleo podem fazer com que o látex da camisinha se rompa.
  • Espumas ou geléias espermicidas, para evitar filhos, não previnem a AIDS.
  • Não mantenha relações sexuais com
  • Homossexuais ou bissexuais
  • Parceiros heterossexuais de pessoas expostas ao HIV
  • Pessoas que tenham recebido transfusões de sangue
  • Pessoas cujo estado de saúde e prática sexual você não conheça
  • Não utilize seringa ou agulha usadas por outra pessoa, mesmo que não seja no caso de drogas endovenosas.
  • Não use objetos pessoais de pessoas que você desconfia estarem contaminadas.
  • Não tenha medo de perguntar ao seu parceiro se já fez o teste do HIV e se já teve relações sexuais sem preservativo.
  • Evite beber ou usar drogas antes do ato sexual, pois você pode se envolver em práticas inseguras.

    A presença de doenças sexualmente transmissíveis aumenta o risco de contágio pelo vírus HIV, pois feridas no pênis, vagina ou ânus permitem que entre mais facilmente na corrente sanguínea.

  • Tratamentos

    • Medicamentos como AZT, DDI, DDC, D4T e 3TC com AZT (tornam mais lenta a ação do vírus).
    • Inibidores de protease como saquenavir e o edenavir (parecem impedir o crescimento do vírus) da AIDS.
    • Repouso, alimentação correta e suplementos vitamínicos (reduzem a chance de pegar infecções).
    • Acompanhamento médico rigoroso (imprescindível no combate às doenças oportunistas que surgirem).
    • Radioterapia e cirurgia (em alguns casos de Câncer).
    • Terapia com psicólogos especializados.

    Novas formas de prevenção estão sendo estudadas, em todo o mundo: um exemplo são os géis e cremes vaginais que contêm um composto químico que mata o HIV.

    Editora responsável: Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br


    A LINCX Serviços de Saúde possui todos os direitos autorais dos artigos e imagens publicados neste portal