O exercício pode
ser praticado por pacientes em várias modalidades
de reabilitação - cardíaca, vascular,
pulmonar, neurológica, ortopédica e muitas
outras.
O exercício feito
para reabilitação cardíaca, em pacientes
coronarianos, e hipertensos, tem boa repercussão
não só orgânica e fisiológica,
mas também quanto aos aspectos sociais e psicológicos;
sua eficiência decorre do fato de alterar a vascularização
colateral, através da formação de novos
vasos sangüíneos, melhorando a irrigação
cardíaca - e, portanto, sua função
como bomba -, diminuindo a pressão arterial basal,
melhorando as condições físicas do
indivíduo e apagando imagem de inválido, promovendo
a auto-confiança e integrando-o novamente na sociedade.
Esses indivíduos
devem fazer um programa de atividade física sob orientação
médica.
Todo paciente coronariopata,
hipertenso, deve ser avaliado com exames complementares
para receber as informações necessárias
de prosseguir a atividade, interrompe-la ou para manter
o mesmo nível de esforço.