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Síndrome da fadiga crônica

Até 1983, sabia-se pouco a respeito da síndrome da fadiga crônica. Sua causa exata é desconhecida. Alguns pesquisadores a atribuem ao vírus Epstein-Barr. Outros sugerem que possa ser causada por um vírus ainda não identificado. A maioria dos especialistas tende atualmente para uma teoria de múltiplas causas.

Sinais e sintomas

Os sintomas da síndrome da fadiga crônica são:

  • Fadiga, cansaço por pelo menos 6 meses
  • Dor de garganta
  • Glânglios inchados
  • Febre baixa
  • Dores de cabeça
  • Depressão
  • Perda de peso discreta
  • Problemas de memória de curto prazo
  • Distúrbios do sono (insônia ou excesso de sono)
  • Confusão, dificuldade de pensar, inabilidade para se concentrar

Estes sintomas podem sinalizar um grande número de problemas de saúde. A síndrome da fadiga crônica só pode ser diagnosticada após a hipótese de outras doenças ter sido afastada, como a AIDS/HIV, a tuberculose, doenças inflamatórias crônicas, doenças auto-imunes (como o lúpus) ou doenças psiquiátricas. Até o momento não existe um teste laboratorial para o diagnóstico desta síndrome. Para alguns. Os sintomas são tão incapacitantes que manter um atividade de trabalho regular é impossível. Outros apresentam apenas uma vaga sensação de sentir-se doente. Em alguns casos, os sintomas nunca aparecem, em outros eles vêm e vão.

Tratamento e cuidados

Até se conhecerem mais, as pessoas com a síndrome da fadiga crônica são encorajadas a:

  • Repousar bastante
  • Lidar melhor com o estresse
  • Cuidar bem da saúde
  • Tentar levar uma vida normal
  • Participar de grupos de apoio.

Alguns medicamentos podem ser prescritos para ajudar a aliviar as dores musculares e controlar a febre. Estes incluem o paracetamol, a aspirina, o ibuprofeno, o naproxeno ou antiinflamatórios não hormonais. Medicações antidepressivas também podem ser receitadas. Um programa gradual de exercícios, se tolerado, pode ser benéfico.


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