Você
sabia que sua Dor pode ser causada por aumento da tensão
muscular?
A cultura da
civilização moderna impõe, cada vez
mais, que se exerça atividades especializadas e limitadas,
sobrecarregando algumas estruturas básicas do corpo,
que variam de acordo com a função desenvolvida.
Todos devemos proporcionar compensações ao
nosso corpo, através de atividades físicas,
condicionando-o para o funcionamento ideal.
A dor é
tão antiga quanto o homem e, ainda hoje, sua remissão
nem sempre é completa. As sensações
só podem ser compartilhadas, a partir do relato de
quem a sente. É parte integrante da vida e tem a
função de proteger a integridade física
da pessoa. Envolve aspectos biológicos, psicológicos
e sociais. Basicamente, a dor se subdivide em dor aguda
(rápida) e dor crônica (lenta – aquela
que perdura por mais de três meses). Pode ser incontrolável
e, assim, comprometer a qualidade de vida. É um sintoma
primário e corresponde a 80% da procura pelos serviços
médicos.
Inicialmente,
é necessário uma avaliação e
o diagnóstico médico, com posterior encaminhamento
para o diagnóstico fisioterápico e diferencial.
Um dos métodos para o diagnóstico diferencial
da dor músculo-esquelética, reúne critérios
baseados na auto-avaliação e localização
da mesma. Para complementar da avaliação fisioterápica,
adota-se o uso do algômetro, que é o aparelho
responsável por quantificar o dolorimento em pontos
dolorosos e específicos, localizados em músculos,
ligamentos e pele, dispostos pelo corpo; ou seja, estará
verificando, nestes pontos, a complacência tecidual
e, a partir daí, teremos mais subsídios para,
por exemplo, detectar um aumento (ou não) da tensão
muscular.
Durante o tratamento,
associamos técnicas de terapia manual que agregam
manobras de digitopressão, miofasciais e técnicas
de massagem; prescrição de exercícios,
exercícios posturais (RPG) e alongamentos. Estas
técnicas são efetivas no tratamento da dor
músculo-esquelética aguda ou crônica,
no processo de reabilitação ortopédica,
traumatológica, esportiva, reumatológica,
neurológica e geriátrica.
A orientação,
de adotar, a prática de hábitos saudáveis
como alimentação correta, ingestão
regular de água ao longo do dia e exercícios
físicos nas Atividades de Vida Diária (A.V.D.)
colaboram preventivamente para a saúde do paciente,
aumentando e melhorando sua perspectiva e qualidade de vida.
Concluindo,
afirmamos que a terapia manual, quando consorciada com outras
modalidades de tratamento, obtem-se uma melhora mais rápida
e global, obviamente proporcional a colaboração
do paciente, ao seguir as orientações médicas
e fisioterápicas.