Saúde de A a Z
     Tudo Sobre Saúde

Alimentos e seus valores

Conheça seus exames

Curiosidades de saúde

DST

Emergências

Especialidades médicas

Farmácia em casa

Genética

Imunização

Medicina alternativa

Medicamentos genéricos

Outras doenças

Por uma vida mais saudável

Prevenção

Problemas comuns

Saúde da criança

Saúde da mulher

Saúde do homem

Saúde mental

Saúde teen

Sexo e drogas

Terceira idade

Vitaminas

Especialidades médicas

Retinopatia diabética

A retinopatia diabética é resultado dos efeitos da diabete nos vasos sangüíneos da retina, um tecido que reveste o olho internamente. O diabete leva os vasos sangüíneos da retina a apresentar vazamentos (soro e sangue) e crescimento anormal.

Há dois estágios principais da retinopatia diabética:

  1. não proliferativo;
  2. proliferativo.

Na retinopatia diabética não proliferativa o paciente pode ter a visão normal. Os vasos sangüíneos danificados deixam vazar líquido. Gordura e proteína podem vazar e se depositar em placas na retina, conhecidas como exsudatos. Os vasos sangüíneos da retina podem sangrar e resultar nas hemorragias intra-retinianas. Se qualquer dos líquidos vazados acumular na região central da retina (chamada mácula) a visão será afetada. Esta condição é chamada edema de mácula.

Na retinopatia diabética proliferativa há o crescimento de vasos sangüíneos anormais invadem o conteúdo gelatinoso do olho, o vítreo. Os vasos proliferativos freqüentemente se rompem, causando hemorragia vítrea que pode diminuir significativamente a visão. Tecido fibroso pode crescer sobre os novos vasos sangüíneos e distorcer a visão. Ocasionalmente esse tecido fibroso pode se contrair puxando a retina e causando um descolamento tracional desta.

Ambos os tipos de diabetes, tipo I - juvenil e tipo II - que aparece no adulto, podem desenvolver retinopatia diabética. A retinopatia diabética é a principal causa de cegueira em pacientes entre 20 e 74 anos.

Pacientes podem desenvolver estágios avançados de retinopatia diabética sem estarem avisados de que a doença é progressiva. O diabético tipo I deve fazer um exame oftalmológico nos primeiros cinco anos da data do diagnóstico. O diabético tipo II deve fazer este exame na época do diagnóstico. Ocasionalmente o médico oftalmologista pode realizar um exame adicional chamado angiofluresceinografia da retina para observação dos vasos da retina.

O melhor tratamento é a prevenção. O controle rigoroso dos níveis de açúcar no sangue retarda o desenvolvimento e a progressão da retinopatia diabética. Retinopatia pré-proliferativa devem ser tratadas com fotocoagulação com laser, a retinopatia diabética proliferativa é tratada com cirurgia de virectomia. Os pacientes com retinopatia diabética são tratados pelo oftalmologista.

Fonte: Hospital de Olhos de São Paulo - Unidade Oftalmológica de Santana.


A LINCX Sistemas de Saúde possui todos os direitos autorais dos artigos e imagens publicados neste portal