Causas genéticas
de trombofilia, entre elas a deficiência de antitrombina,
deficiência de proteína C, deficiência
de proteína S, resistência à proteína
C ativada / mutação do fator V Leiden, mutação
G20210A do fator II ( protrombina ) e hiper-homocisteinemia,
além da condição adquirida designada
síndrome de anticorpo antifosfolipídeo (SAF),
cuja investigação é efetuada realizando-se
a pesquisa de anticorpo anticoagulante lúpico e anticorpo
anti-cardiolipina (IgG e IgM).
Quando essa
investigação é negativa, mas há
alta suspeita de trombofilia (trombose espontânea
em paciente jovem, recorrência de trombose, tromboflebite
de repetição, trombose em sítio pouco
usual), a pesquisa de causas raras de trombofilia (disfibrinogenemia,
deficiência de cofator II da heparina e deficiência
de plasminogênio) pode ser considerada.
Nos últimos
anos, diversos componentes do sistema hemostático
foram investigados como fatores de risco para trombose venosa,
em especial os níveis plasmáticos elevados
de fatores da coagulação (VIII, IX, XI e fibrinogênio)
e mutações em diferentes genes (fator XIII,
TAFI, EPCR). Todavia, a real utilidade da pesquisa desses
fatores em pacientes com trombose permanece por ser demonstrada,
e até o presente não se pode recomendar sua
realização na rotina de investigação
das trombofilias.
A tabela anexa lista os métodos
laboratoriais utilizados na investigação das
trombofilias