Aproveite tudo!
Comer
direito, aproveitar os nutrientes escondidos em talos e
cascas, ser seletivo na hora da compra – tudo isso
é bom para a saúde e também para o
bolso.
Consumir conscientemente
significa aproveitar os recursos do planeta de maneira racional.
Você deve estar se perguntando: mas, afinal, o que
isso tem a ver com saúde? Tem tudo a ver. A alimentação,
por exemplo. Os cuidados com ela englobam a hora de planejar
as compras e saber selecionar os ingredientes, armazená-los
e prepará-los. A idéia – sempre –
é tirar o melhor proveito dos nutrientes. Isso pode
implicar numa boa mudança de hábitos.
Primeiro
passo
Para evitar
o desperdício é preciso listar os alimentos
que serão consumidos até a próxima
ida ao mercado. Planeje o cardápio, aí você
comprará o quê realmente for essencial. Isso
também ajudará notar quando não está
variando suficiente o alimento.
Não
jogue fora
Talos e cascas
de frutas podem muito bem ir para a panela, transformados
em deliciosos quitutes. Porém, não estão
livres de microorganismos e agrotóxicos. Por isso
devem ser lavados com capricho. Ao consumi-los crus, atenção:
perde muitas fibras quem descasca a maçã e
boas quantidades de vitamina C aqueles que se livram do
talinho da salsa.
O excesso
Nada de comprar
por impulso. Esse hábito leva a excessos e dá
prejuízo. As pessoas costumam levar uma quantidade
bem maior do que aquilo que conseguem consumir. O resultado
é que muita coisa vai parar no lixo. A dica é
procurar produtos em porções adequadas. Hoje
os supermercados oferecem opções para solteiros
e famílias pequenas.
Vida
longa ao tomate
Comprou mais
tomate do que deveria? Passe um pouco de margarina naquele
furinho que fica na parte superior do fruto. Desse jeito
você evita a entrada de oxigênio, gás
que apressa o amadurecimento.
Guarde
bem
Antes de armazenar
frutas e verduras na geladeira, acondicione-as em sacos
plásticos. Assim as folhas, principalmente, conservam
o aspecto de frescor por mais tempo, graças à
umidade. O lugar certo é na prateleira inferior,
onde a temperatura não é tão baixa.
Frio demais pode fazer o maior estrago.
Editora responsável: Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br
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