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Moléstias Infecciosas

O uso de interferon peguilado e ribavirina para tratar pacientes com hepatite C crônica

O vírus da hepatite C é a infecção sangüínea mais comum nos EUA. O advento de novos regimes de tratamento utilizando interferon peguilado em combinação com ribavirina levou a melhorar as taxas de resposta viral a alguns genótipos em grandes experimentos multicentrados. Os avanços na administração de efeitos colaterais e toxicidades expandiram o grupo de pacientes tratáveis.

Uma conferência recente dos HNI recomendou que todos os pacientes com fibrose hepática em ponte e inflamação moderada junto com viremia detectável deveriam receber tratamento com interferon peguilado e ribavirina.
Infelizmente, esses medicamentos são muito caros e tem efeitos colaterais significantes. As toxicidades hematológicas incluem anemia e leucopenia. Isso também pode ser administrado com monitoração próxima, uso de fatores de crescimento ou redução das doses.

A depressão também pode ser causada ou exacerbada por esses medicamentos e pode precisar de tratamento com um inibidor seletivo de recaptação de serotonina, co-administração com psiquiatria ou cessão do tratamento com interferon peguilado e ribavirina.

A contracepção é impreterível, pois a ribavirina é altamente teratogênica. Os sintomas semelhantes à gripe de fadiga, náusea e febre suave podem ser ajudados pela educação e suporte do paciente de qualidade incluindo visitas freqüentes ao consultório. Os dados dos experimentos randomizados controlados que demonstraram melhoras na sobrevivência em longo prazo como resultado do tratamento ainda não estão disponíveis, mas parece que os pacientes que não tiveram nenhum vírus detectável durante os seis meses seguintes ao tratamento têm uma boa chance de ficar livre do vírus por, pelo menos, cinco anos.

Referência: Journal of AAFP –agosto/2005.


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