Eco-doppler no diagnóstico das patologias hepáticas
Atualmente, com os avanços da tecnologia, a ultra-sonografia do fígado e das
vias biliares foi beneficiada não só pela melhor resolução das imagens em escala
de cinza, mas também pela possibilidade do estudo da vascularização e perfusão
dos órgãos através do color e power-Doppler inclusive com o uso de contrastes,
otimizando o método. Com o Doppler, analisam-se as curvas espectrais com suas
velocidades, volume de fluxo e índices.
Aplicações
no fígado e vias biliares:
Diagnóstico e acompanhamento
de doenças difusas.
Avaliação do volume
hepático, com medidas do lobo direito, do lobo esquerdo, do
lobo caudado e do diâmetro transverso.
Observação do contorno
hepático, da superfície do fígado e de sua textura.
Identificação de lesões
focais, tais como cisto, hemangioma, abscesso, hiperplasia nodular focal,
adenoma, metástases e hepatocarcinoma.
Estudo vascular com
análise do fluxo em veias hepáticas e porta e na artéria hepática, pesquisa
de colaterais, avaliação de shunts, TIPS e transplante.
Acompanhamento pós-transplante
das anastomoses vasculares.
Diagnóstico de lesões
da vesícula biliar: colecistite, colelitíase, pólipo e tumor.
Diagnóstico diferencial
das icterícias: colestase intra e extra-hepáticas.
Análise dos ductos biliares
intra e extra-hepáticos.
Pesquisa de esplenomegalia,
lesões esplênicas e pancreatopatias.
Diagnóstico precoce
de ascite.
Orientação em procedimentos
invasivos: biópsias, punções e drenagens.
Referência: Rumack
C, Wilson S, Charbonneau J. Diagnostic ultrasound 2nd ed. Vol 1. St Louis, Mo:
Mosby-Year Book, 1998; 91.
Editora responsável: Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br
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